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Ver a aurora boreal na Islândia

Quando o inverno chega às regiões polares, a terra se cobre de um branco gelado e o céu vira noite em pleno dia. Mas um fênomeno natural vem trazer cor à escuridão: a aurora boreal. Primeiro, uma linha branca aparece no horizonte. Logo, essa linha começa a se esfumaçar e a mexer. Então, um balé de cores esvoaçantes risca e ilumina o céu. É uma tempestade magnética que, vinda diretamente do sol para a terra, gera essas centelhas de luzes, em variações de verde. Um dos melhores lugares do mundo para observar o fenômeno é a Islândia, ilha ao norte da Escandinávia.

A Islândia tem as características ideais para o fenômeno acontecer. Céu límpido e temperaturas bem baixas. Como o inverno por aqui dura de novembro a abril, a possibilidade de você ter essa experiência quase mágica é razoável. As northern lights não têm hora para acontecer. Por isso o país está sempre preparado. Há aplicativos meteorológicos prevendo sua ocorrência, os hotéis repassam boletins a seus hóspedes e até a infra-estrutura é montada pensando nisso. Por exemplo: não há hotel que se preze em Reikjavik ou em qualquer vila do interior que não tenha a sua jacuzzi. Quer melhor lugar para ter uma luz? Dentro da água, quentinha, tomando um espumante e olhando para o céu.

Além do mais, essas luzes verdes que intrigam os astrônomos antes do tempo em que Galileu Galilei as chamou de aurora boreal combinam muito com essa terra tão diferente. Só para lembrar, aqui, há montanhas, vulcões, encontro de placas tectônicas visível, gêiseres, cachoeiras, piscinas naturais (quentinhas!), formações rochosas estranhas e a Black Sand Beach, praia de areia preta. Justifica?

Quando: de setembro a março, mas as manifestações mais fortes acontecem em novembro, dezembro e janeiro. Melhor preferir a semana de lua nova para o céu ficar mais escuro e a aurora boreal mais impactante.

Quem leva: Venturas.

Ideal para: quem gosta de mergulhar.

Para entrar no clima: leia a Viagem ao centro da terra, de Julio Verne, A Desumanização, de Valter Ugo Mãe, e ouça a compositora islandesa Bjork.

Alternativa: ver Aurora Boreal na província de Yukon, no norte do Canadá.

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